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Acompanhamento e Avaliação   |   

ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO 2009 - 2012

Nos termos do Regulamento anexo à Portaria nº1204-A/2008, de 17 de Outubro, a execução dos contratos é objecto de acompanhamento e de avaliação.

| EM QUE CONSISTEM |
O acompanhamento e a avaliação consistem na verificação do cumprimento dos objectivos culturais e artísticos que justificaram a atribuição do apoio, no controlo da gestão e da execução financeira e na validação de indicadores de actividade apresentados pelas entidades beneficiárias.

| A QUEM COMPETEM |
O acompanhamento e a avaliação da execução dos contratos competem às comissões de acompanhamento e avaliação (CAA).
As comissões de acompanhamento e avaliação funcionam, sob coordenação permanente da DGArtes, junto das direcções regionais de cultura que asseguram o apoio técnico e logístico necessários ao seu funcionamento.

| CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO |
DRC Algarve [ver]
Presidente: Gonçalo Couceiro (Director Regional de Cultura)
Técnicos da DRCAlg: Elsa Freixial e Cristina Farias
Teatro e Cruzamentos: Paula Feliciano
Música: Ana Cristina Oliveira
Especialistas:
Paula Feliciano
Doutoranda em História, Ideologias e Culturas Políticas Contemporâneas na Faculdade de História Contemporânea da universidade de Sevilha. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve. Curso de gestão e produção das Artes do espectáculo da Fórum-Dança.

Ana Cristina Oliveira
Mestrado em Educação Artística Variante Teatro e Educação com a tese A construção de uma Didáctica da Filosofia mediante uma estética teatral � Uma estratégia com vista à educação para a cidadania. Licenciatura e Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa.
Tem formação em dança e teatro e experiência profissional como actriz.
É dramaturga e crítica de teatro no jornal do Algarve desde 2003. Publicou: Conversas de mulheres, 2000; Calígula ou a Perversidade do Poder, 2002; Concurso de Demiurgos, 2005 e Meio Século de Teatro no Algarve, 2006.

DRC Alentejo [ver]
Presidente: José Nascimento (Director Regional de Cultura)
Representantes da DRC: Ana Pagará e Helena Rocha
Teatro: Isabel Bezelga
Artes Plásticas e Fotografia: Pedro Portugal
Música: Jorge Raposo
Cruzamentos Disciplinares e Dança: Otelo Lapa
Especialistas:
Isabel Maria Gonçalves Bezelga
Licenciada em Ciências da Educação e em Estudos Superiores Especializados de Teatro e Educação.
Curso de Educação pela Arte, pelo Conservatório Nacional de Lisboa.
Actualmente, doutoranda da Universidade de Évora em Estudos Teatrais. É assistente do Departamento de Pedagogia e Educação da Universidade de Évora, desde 1999, onde lecciona presentemente Teatro, Expressão Dramática e Didáctica do Teatro, e é membro da Comissão de Curso de Licenciatura em Estudos Teatrais.
Pertence à Direcção da Associação Menuhin Portugal � Projecto MUS-E, e é membro o Centro de Estudos de Antropologia Social. É responsável pela coordenação pedagógica do Projecto �Oficinas Músicas do Mundo�, organizado pela Associação Sons da Lusofonia e integra a equipa do Grupo Transversal para o desenvolvimento das expressões Artísticas na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo, do Departamento de Educação Básica do ME.
Oradora em palestras/seminários/conferências, apresentando comunicações no âmbito dos temas referidos a convite de diversas Universidades e Instituições.

Pedro Portugal
É licenciado em Pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (1985). Foi bolseiro da Fundação Luso-Americana (1989). Foi co-fundador do movimento artístico pós-paradoxológico "Homeostética" e co-fundador da "Associação para a Investigação Etno-Estética" (1992). Membro da Comissão Promotora do I Encontro de Artistas Plásticos, Ritz, Lisboa (1990).
Director do Centro Cultural de Lisboa (1993/94). Consultor para a Colecção de Arte Contemporânea da Fundação Portugal Telecom (1997/2007). Membro da Direcção do MACE - Movimento Para a Arte Contemporânea em Évora (2000/2002). A convite da Presidência da República, foi comissário para a exposição Pørtugål 30 under 40, Sternesen Museet, Oslo (2004).
Assessor para a cultura do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa entre 2007 e 2008. Realizou 22 exposições individuais desde 1985 e participou em 34 exposições colectivas. As suas obras estão representadas nas principais colecções públicas e privadas em Portugal. É professor Auxiliar Convidado do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Évora. Encontra-se a finalizar o seu doutoramento sob o tema "A Arte que É. As causas das coisas que são arte". (Professor do Departamento de Artes Visuais, Universidade de Évora)

Jorge Manuel Rebotim Rosado Raposo
Licenciatura em Ciências Musicais e Mestre em Ciências Musicais, pela Universidade de Coimbra, na qual está, presentemente, a concluir a tese de doutoramento sob o tema �O ritual e a música processional da Catedral de Évora nos séc. XVI e XVII.�
Docente na Escola Superior de Educação de Beja desde 1986, enquanto Professor Adjunto, leccionando Educação Musical, Expressão Musical, Ensino da Musica. É responsável pelos diversos níveis das cadeiras de Formação e Análise Musical e Prática Musical.
Maestro e director artístico do Grupo Coral Évora.
Membro Fundador e Investigador do Projecto de investigação interdisciplinar �O Cante no Baixo Alentejo� da Escola Superior de Educação, em funcionamento há um ano.
Presidente da Direcção da Cooperativa �Giraldo Sem Pavor� e Presidente do Concelho Fiscal da Fundação D. Manuel Mendes da Conceição Santos.

Otelo Lapa
Assistente de produção e de direcção de cena no Teatro Nacional de S. Carlos entre 1989 e 1991. Director de cena do Festival Internacional de Teatro � Teatro D. Maria II de 1992 a 1993 e no Centro Cultural de Belém entre 1993 e 2002. Coordenador de Espectáculos e da Direcção de Cena da Fundação Calouste Gulbenkian, desde 2003.
Leccionou o módulo de Direcção de Cena no Curso de Produção de Espectáculos do Forum Dança (1999 a 2002). Professor de Artes do Espectáculo na Escola Superior de Dança (2005 a 2007). Integrou o corpo docente da Escola Profissional de Artes do Espectáculo � Chapitô e o do 2º curso de Encenação de Ópera integrado no Programa Gulbenkian de Criatividade Artística (2007). Leccionou o módulo de práticas de palco e espaços teatrais no curso de Gestão e Produção das Artes do espectáculo do Forumdança (2007 a 2008).
Participou na concepção de vários projectos, de que se destaca a ópera �O Corvo� (Teatro Camões Expo98 - encenação de Robert Wilson e música de Philip Glass) e, como assistente de encenação, na realização de óperas como �Cármen� (Pavilhão Atlântico, 2000), �Aida� (Pavilhão Atlântico, 2001) e �Nabuco� (produzida pela Opera Hall em Madrid e Barcelona, em 2002).

DRC Lisboa e Vale do Tejo [ver]
Presidente: José Pedro Caiado (Chefe de Divisão das Artes e Acção Cultural)
Representante da DRC: Susana Graça
Teatro: Vera Borges e Pedro Costa
Artes Plásticas e Fotografia: Nuno Crespo
Música: Sofia Cascalho
Cruzamentos Disciplinares e Dança: Cláudia Galhos
Especialistas:
Vera Borges
É doutorada em Sociologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales e pela Universidade Nova de Lisboa. Trabalhou com Pierre-Michel Menger no Centre de Sociologie du Travail et des Arts, em Paris. Tem vindo a desenvolver investigação sobre os mundos das artes, as profissões, organizações e mercados de trabalho artísticos. Actualmente desenvolve o projecto de pós-doutoramento Vivendo e trabalhando como artista, no Instituto de Ciências Sociais, da Universidade de Lisboa. Foi docente convidada na Faculdade de Letras, em Estudos Artísticos. Co-organiza com Pedro Costa o Ciclo Internacional de Conferências Artistas e trabalhadores culturais: carreiras e mercados de trabalho.
É autora dos livros Todos ao Palco! (Celta, 2001), O Mundo do Teatro em Portugal (ICS, 2007), Teatro, Prazer e Risco (Roma Editora, 2008), Les commédiens et les troupes de théâtre au Portugal (Harmattan, 2009). Com Manuel Villaverde Cabral publicará A Arquitectura como profissão e vocação (no prelo).

Pedro Costa
Doutorado em Planeamento Regional e Urbano pela Universidade Técnica de Lisboa (2003, com a dissertação: "As actividades da cultura e a competitividade territorial: o caso da Área Metropolitana de Lisboa". É Mestre em Planeamento Regional e Urbano pela mesma Universidade (1996, com a dissertação: "Reestruturação económica, estilos de vida e novas formas de organização do espaço em Portugal - uma visão estratégico-prospectiva"), e licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa (1993).
É Professor Auxiliar no Departamento de Economia do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa) em Lisboa.
É membro do DINÂMIA � Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica do ISCTE (centro do qual é actualmente vice-presidente) e do CIRIUS � Centro de Investigações Regionais e Urbanas, do ISEG/UTL, instituições nas quais tem centrado a sua actividade de investigação (particularmente na primeira destas, nos anos mais recentes).
É membro das redes europeias de investigação GREMI (Groupe de Rechérche Européen sur les Milieux Innovateurs) e RESER (European Research Network on Services and Space), e associado da ACEI (Association for Cultural Economics International), da RSAI (Regional Science Association International), da RSA (Regional Studies Association), da APDR (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional) e da APS (Associação Portuguesa de Sociologia).
Como consultor tem trabalhado em diversos projectos, particularmente no domínio do planeamento e do desenvolvimento regional (através de uma ligação à empresa Oliveira das Neves, Consultoria, Estudos e Projectos, entre 95 e 99, e, a partir daí, ao CIRIUS / ISEG-UTL e ao DINÂMIA / ISCTE).

Nuno Crespo
Crítico de arte e ensaísta. Nasceu em Lisboa em 1975, cidade onde vive e trabalha. É doutorado em filosofia, especialidade estética, pela Faculdade de Ciência Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa. Ensina filosofia e arte contemporânea no IADE e na Universidade de Évora.
Como curador foi responsável, entre outras, pelas exposições �Fantasmas� de Nuno Cera no CCB, em Lisboa, �Corpo Impossível� com Adriana Molder, Noé Sendas, Rui Chafes e Vasco Araujo no Palácio de Queluz, �Encontro Marcado� de Adriana Molder no Museu de Belas Artes de Oviedo em Espanha, pela exposição antológica de Pires Vieira no Museu da Cidade em Lisboa, �Involucão� de Rui Chafes na Casa-Museu Teixeira Lopes entre outras e desde 2006 faz parte colectivo de comissários do Prémio EDP � Novos Artistas, bem como do júri de selecção do BESPhoto
Publica regularmente textos sobre arte contemporânea foi colaborador do Público, Diário de Notícias e é colaborador da revista ArtPapers. Tem ensaios publicados sobre artistas como Axel Hütte, Candida Höffer, Daniel Blaufuks, Luisa Cunha, Pedro Casqueiro, Rui Chafes, Vasco Araújo, entre outros.

Sofia Cascalho
Nasceu em Lisboa e cedo iniciou os estudos na Academia de Amadores de Música com Madalena Sá Pessoa. Concluiu o curso geral de piano do Conservatório Nacional de Lisboa, na classe de Miguel Henriques. Estudou cravo com Elisabeth Joyé no Conservatoire Erik Satie¬, em Paris, e com Aline Zylberajch no Conservatoire National de Région em Estraburgo, e ainda, esporadicamente, com Pierre Hantai e Ketil Haugsand. É licenciada em cravo pela Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Cremilde Rosado Fernandes, e mestre em musicologia pela Universidade de Paris 8. Tem realizado concertos a solo e com diversos agrupamentos de câmara tanto em França com em Portugal. Ensina actualmente Cravo, História da Música e Práticas de Teclado na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, em Lisboa, e Iniciação Musical no Conservatório Silva Marques, em Alhandra. Faz parte da comissão de avaliação dos grupos subsidiados pelo Direcção Geral das Artes enquanto especialista da área da música.

Claudia Galhós .
Jornalista e escritora. Nasceu em Lisboa, em 1972. Actualmente escreve sobre artes performativas para o semanário Expresso. Foi editora do suplemento semanal «Artes de Palco», do programa «Magazine», da 2: da RTP (de 2004 a 2006), e jornalista do Diário Económico; editora de teatro, dança e artes plásticas do NetParque (o portal de cultura do Parque das Nações, ex-Expo�98); crítica de dança do jornal O Público e especialista da mesma área no Jornal de Letras. Entre 2001 e 2003, teve um programa semanal de entrevistas na rádio Voxx, intitulado «À Conversa sobre Artes» e fez crítica de livros para a revista semanal «TimeOut Lisboa».
É consultora da nova colecção de livros «Dança e Pensamento» editada a partir de 2009 em Espanha, traduzida pela galego, castelhano e catalão, resultante da colaboração entre o Mercat de les Flors (Barcelona), o Centro Coreográfico Galego (Galiza) e a Universidade de Alcalá.

DRC Centro [ver]
Presidente: António Pedro Pita (Director Regional de Cultura)
Representantes da DRC: António Pacheco de Carvalho, Ana Maria Botelho, Filomena Amaro, Isabel César
Dança: Cláudia Galhós
Música: Manuel Rocha
Teatro: José Simões de Almeida Junior
Cruzamentos disciplinares / Artes Plásticas e Fotografia: Isabel Margarida Ribeiro Nogueira
Especialistas:
Cláudia Galhós .
Jornalista e escritora. Nasceu em Lisboa, em 1972. Actualmente escreve sobre artes performativas para o semanário Expresso. Foi editora do suplemento semanal «Artes de Palco», do programa «Magazine», da 2: da RTP (de 2004 a 2006), e jornalista do Diário Económico; editora de teatro, dança e artes plásticas do NetParque (o portal de cultura do Parque das Nações, ex-Expo�98); crítica de dança do jornal O Público e especialista da mesma área no Jornal de Letras. Entre 2001 e 2003, teve um programa semanal de entrevistas na rádio Voxx, intitulado «À Conversa sobre Artes» e fez crítica de livros para a revista semanal «TimeOut Lisboa».
É consultora da nova colecção de livros «Dança e Pensamento» editada a partir de 2009 em Espanha, traduzida pela galego, castelhano e catalão, resultante da colaboração entre o Mercat de les Flors (Barcelona), o Centro Coreográfico Galego (Galiza) e a Universidade de Alcalá.

Manuel Rocha
Diploma de Professor de Violino e Músico de Orquestra pelo Instituto Gnessine de Moscovo, 1988. É professor do quadro de nomeação definitiva do Conservatório de Música de Coimbra (violino). É presidente do conselho executivo do conservatório de música de Coimbra desde Junho de 2005
Participou em diversos concertos e registos fonográficos e em bandas sonoras e outros projectos como músico e como autor.

José Simões de Almeida Júnior
Graduado em Biologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1983); Bacharelado em Microbiologia e Imunologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1984); Graduação em Artes Cenicas pela Universidade Estadual de Campinas (1991); Mestrado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2001); Doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo (2007), Pos doutorando pela Universidade de Coimbra (2008). Professor Titular da Universidade de Sorocaba; Professor Adjunto da Faculdades de Valinhos e Diretor Teatral. Experiência na área do Teatro (direção,dramaturgia e formação profissional) e na Educação (Docência, Pesquisa, Orientação, Administração com foco no desenvolvimento de projetos de extensão). A produção cientifica tem como objeto a discussão do Espaço e o Lugar Teatral com interfaces na Educação, Sociologia, Comunicação e Cultura. Realiza (2008-2010) o projeto de pesquisa "O teatro visível e não visível na paisagem teatral das cidades de pequeno e médio porte em Portugal" no CES (Centro de Estudos Sociais), da Universidade de Coimbra (Portugal), como bolsista da FCT (Fundação de Ciência Tecnologia), sob supervisão do Prof. Dr. Carlos Fortuna.

Isabel Margarida Ribeiro Nogueira
Doutoranda em Belas-Artes, área de especialização em Ciências da Arte com a tese: Artes Plásticas e pensamento crítico em Portugal nos anos setenta e oitenta: problemáticas da operacionalidade dos conceitos de vanguarda e de pós-modernismo. Mestrado em Teorias da Arte, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, com a dissertação Da análise do conceito de pós-modernismo à sua manifestação na exposição Alternativa Zero, em Julho de 2003.
Licenciatura em História, variante de História da Arte, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Desde Janeiro de 2008, é crítica de arte na publicação Arte Capital.

DRC Norte [ver]
Presidente: Helena Gil (Directora Regional de Cultura)
Representante da DRC: João Luís Sequeira
Dança e cruzamentos disciplinares: Andreia Miguel Rio Monteiro e Castro
Teatro: Maria Isaura Fernandes de Melo e Marcelo Gilaberte Redondo
Música: António Moreira Jorge
Especialistas:
Andreia Miguel Rio Monteiro e Castro
Licenciada em Dança na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa (1997).
Mestre em Performance Artística - Dança pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, com a tese intitulada �Dança e Psicoterapia � Levantamento e Análise da Dançoterapia em Portugal� (Novembro de 2003) Docente (desde 1997) da Universidade Fernando Pessoa (UFP); Coordenadora da Licenciatura em Motricidade Humana (de 2001/2007) e Coordenadora da Licenciatura em Reabilitação Psicomotora (desde 2006)
Dirigiu a equipe de alunos voluntários da Universidade Fernando Pessoa, no projecto da APPACDM Praia sem Barreiras (2000-2006)
Responsável pela colaboração conjunta da Universidade Fernando Pessoa com a APPACDM no projecto �Criarte� Participou na organização dos II, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX Encontros de Motricidade Humana, realizados em Ponte de Lima, na Universidade Fernando Pessoa.
Apresentou a comunicação �Dança Movimento e Terapia� na XXV Universidade de Verão, no Institut Supérieur de Rééducation Psychomotrice et de Relaxation em Paris (Julho de 2006) Apresentou a comunicação �Dançoterapia�, no Encontro sobre Terapias Minoritárias e Intervenção Social: Papéis Complementares � 13 de Setembro de 2005, que decorreu na UFP, Porto.
Orientou o workshop de �Movimento e terapia� na XXIII Universidade de Verão, no Institut Supérieur de Rééducation Psychomotrice et de Relaxation em Paris (Julho de 2004)

Maria Isaura Fernandes de Melo
Licenciada em Direito pela Universidade Católica do Porto, teve o seu primeiro contacto com o teatro em 1975, ingressando no Teatro Universitário do Porto (TUP).
Nos anos seguintes, de 1976 a 1982, participa como actriz em vários espectáculos do TUP, onde trabalha com grandes nomes do teatro como o encenador Correia Alves, mestre José Rodrigues e a artista plástica Rosa Ramos. Integrou a direcção do TUP, participando na organização de várias eventos culturais, designadamente, o Primeiro Encontro de Teatros Universitários, realizado na cidade do Porto.
Em 1982 torna-se profissional, e integra os elencos do Teatro Experimental do Porto (T.E.P.) e do Teatro Estudo Arte Realista (T.E.A R.), tendo trabalhado, entre outros, com encenadores como Moncho Rodriguez, Rogério Paulo, Fernando Gusmão, Mário Viegas e Rogério de Carvalho. A sua carreira como actriz finda em 1992.
Actualmente, para além da sua actividade profissional como jurista, dá aulas de teatro e colabora regularmente, a título voluntário, com estruturas culturais da cidade do Porto, designadamente, com o Departamento dos Bens Culturais da Igreja (Diocese do Porto), onde, além da assessoria jurídica, desenvolve projectos ligados ao património e promoção cultural.

Marcelo Gilaberte Redondo
Licenciado em Artes Cénicas (São Paulo � Brasil) e Teatro e Educação (Coimbra � Portugal), com especialização na área do teatro de formas Animadas.
Iniciou a sua carreira profissional em 1986, como actor, marionetista e professor de teatro. Radicado em Portugal desde 1990, trabalhou com diversos criadores da cena nacional, e colaborou com estruturas artísticas como o Ballet Teatro Contemporâneo do Porto, Teatro Bruto, Quinta Parede, Marionetas do Porto e Teatro Nacional São João. Contratado pela RTP, participou em séries e concursos televisivos.
Assume em 1998 a criação e direcção artística do projecto TFA � Teatro de Formas Animadas de Vila do Conde. Desde então, encenou diversos espectáculos com esta companhia, dentre os quais destacam-se as duas co-produções com o Teatro Nacional São João: Teatro de Papel/Anfitrião (2003) e Teatro de Papel/Convidado de Pedra (2006).
Como docente na área artística, lecciona actualmente a disciplina Teatro de Formas Animadas na Licenciatura em Teatro da ESAP � Escola Superior Artística do Porto. Também tem colaborado regularmente com outras instituições do ensino superior, tais como a ESEC � Escola Superior de Educação de Coimbra, a ESMAE � Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (Instituto Politécnico do Porto) e a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação (Universidade do Porto).

António Moreira Jorge
Diplomado em Clarinete pelo Conservatório de Música do Porto e pela Escola Superior de Música da mesma cidade, tendo também estudado no Conservatório Nacional, em Lisboa, tendo tido como professores de Clarinete, António Gomes, Alberto Costa Santos e António Saiote.
Licenciado em Administração Escolar e Administração Educacional pela Escola Superior de Educação do Porto.Pós-Graduado em Ciências da Educação com Especialização em �Administração e Organização Escolar� pela Universidade Católica do Porto.
Foi distinguido com o Prémio Fundação Eng. António de Almeida em 1989.
Integrou a Orquestra do Norte desde a sua fundação até 1996.
É Professor de Clarinete no Conservatório de Música do Porto, desde 1989, tendo sido nomeado em 1997 professor do
Quadro de Nomeação Definitiva dessa Escola.
Desempenha desde Junho de 2005 o cargo de Presidente do Conselho Executivo do Conservatório de Música do Porto.

Despacho de Nomeação [ver] colocar o despacho digitalizado

| PROCEDIMENTOS DAS COMISSÕES|
As CAAs elaboram, de acordo com modelo disponibilizado pela DGArtes, um relatório anual que sintetiza a avaliação da execução do programa de actividades e respectiva gestão e execução financeira. Os relatórios anuais sobre cada entidade beneficiária são enviados à DGArtes até 30 de Fevereiro. Quinze (15) dias antes do pagamento da última tranche de cada entidade, as CAAs enviam à DGArtes informação sobre o cumprimento, até esse momento, do plano proposto, validando a execução financeira.

| DOCUMENTOS NECESSÁRIOS AO ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO |
As entidades beneficiárias enviam à DGArtes e à Direcção Regional de Cultura da respectiva zona de competência o Relatório da Actividade e o Relatório de Contas, com a periodicidade definida no seu contrato, elaborado segundo modelos disponibilizados pela DGArtes, e de que conste:
a) Análise sobre a concretização do plano de actividades desenvolvido no período a que se reporta o relatório, com descrição das acções realizadas e do impacte junto dos públicos;
b) Análise da consistência e viabilidade do projecto de gestão e execução financeira, nomeadamente em temos do cumprimento dos objectivos e adequação dos recursos à concretização do projecto;
c) Outros elementos considerados relevantes para a apreciação do cumprimento dos objectivos artísticos e da execução orçamental.


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